terça-feira, 28 de setembro de 2010

Zona de rebaixamento à vista

Nenhum time que empata 12 vezes em 24 rodadas se livra do fantasma do rebaixamento. Não são 12 pontos ganhos, são 24 perdidos. A situação do Vasco só não é pior porque o time ganhou seis míseras partidas, faturando 18 pontos. Por aí a gente vê que sempre vale mais arricar e tentar vencer que se segurar e não perder.
Pior fazem Flamengo e Atlético Mineiro, acumulando nove e 16 derrotas no campeonato.
Está na hora de os verdadeiros times do futebol brasileiro reagirem. Ninguém torce para Prudente, Atlético Goianiense, Avaí e coisas do gênero. Chega de primeira divisão com esses timecos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Som de primeira

Tô de novo em um show... America e Chicago, no Chevrolet Hall, em BH. Lugar interessante, aliás...
Já acabou o do America. Muito bom. Não sei se fico no do Chicago. Amanhã tenho de pegar um voo cedo.
Mas falta uma coisa pra ser uma bela noite: minha mulher. Sem Andreia, as coisas não tem graça.

A armadilha que Roriz preparou

Falei esta tarde com um influente empresário de Brasília sobre a decisão de Roriz, lançando a esposa Weslian ao GDF. Perguntei se  fatura estava liquidada para o Agnelo.
"Coisa nenhuma. Agora é que complicou tudo mesmo".
Ele tem razão. A diferença entre Agnelo e Roriz já havia caído de 11 para sete pontos, indicando um quadro apertado - com margem de erro de três pontos, Roriz teria entre 31% e 37% e Agnelo entre 38% e 44%. E a entrada de Weslian Roriz no lugar do marido resolve vários problemas: ela é ficha limpa, tem rejeição baixa ou quase nenhuma e ainda por cima a foto que vai aparecer na urna eleitoral é a do marido.
Mas não é só isso que desequilibra o quadro: Weslian Roriz tem tino político e grande penetração entre as mulheres mais pobres, que são potenciais eleitoras de Roriz.
Vai ser uma guerra...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Novas ideias, antigos ideais

Acabou de sair o Datafolha e a eleição em MG e no DF esta indefinida. Oh, céus...
Desculpem, mas eu estou amargo...
Em Minas, com esse quadro, vou ficar de saco cheio...
No DF, o STF deve decidir a parada, barrando o velho Roriz. Vai acabar uma era política. Uma era com erros (muitos) e acertos (poucos).
Gosto da figura humana do Joaquim Roriz, mas ele é um político à moda antiga, um dinossauro que será extinto por uma política antiga. Ele distribuia lotes. Quem o derrota dá dinheiro fingindo que está dando cidadania.
Roriz não perde para o Agnelo, mas para o petismo clientelista, que substituiu a dentadura, a camiseta e o lote pelo cartão do bolsa família.
E pensar que votei nesse pessoal de 1989 ate 2002...
Tenho nojo de ter acreditado nesse povo que não tem projeto de país, mas apenas um vazio "projeto político".
Lula, por que me decepcionaste tanto? Por que ser pior que todos os outros???
O PT do Lula conseguiu. Caminha para ser o PRI do Brasil. Vai ficar 70 anos no poder. E vamos formar um país que... Bem, deixa pra lá... Com o PSDB não seria melhor...
Pobre Brasil. Cada vez mais longe de Deus. Cada vez mais perto do PT...
Parafraseando Gastão, o vomitador: "bleargh...."

Show do intervalo

Mais cretino que o empate do Vasco foi o comercial que veio após o jogo Grêmio 2 x 2 Flamengo, na tela da Globo Minas.
É um anúncio da campanha do Anastasia.
Colocaram o Zezé Perrela, do Cruzeiro, e o Kalil, do Galo, para discutir sobre futebol. E, claro, para que ambos declarassem, no fim, seu apoio ao candidato do PSDB. Um papo furado de lascar...
Pior que isso só o Itamar pedindo votos. Sem o menor jeito e metido numa roupa uns dois números maior que ele.
Triste. Muito triste. Aliás, eu diria que foi quase patético, até por que, no minuto seguinte, entrou o comercial da campanha do Pimentel, outro candidato ao Senado. Muito melhor. Produção impecável. Candidato seguro, transmitindo confiança ao eleitor.
Sei não. Se continuar assim, no dia da eleição, a chapa Pimentécio para o Senado vai dar caldo...

Mas de novo???

Outra vez o Vasco deixou a vitória escapar. Jogou mais, podia ter fechado o primeiro tempo com uns 4 x 0 em cima do Botafogo e acabou com um 2 x 2 com gosto de derrota, pelo gol de pênalti aos 45 do segundo tempo, feito pelo Loco Abreu.
Aliás, como esse cara dá cotovelada...
Agora, o time está a sete pontos da zona de rebaixamento -- se o galo ganhar o Flu hoje, passa a seis apenas. Lá vem essa maldita. Culpa do excesso de empates, de novo. Um time que empata 12 jogos em pouco mais da metade de um campeonato não chega mesmo muito longe.
Mas a rodada teve lances geniais, como o gol sem querer do Pet, no 2 x 2 do Flamengo com o Grêmio e a derrota do Santos em casa, mesmo com o monstrinho em campo.
Era culpa do Dorival? Parece que não...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Um filho?

Dorival Júnior acaba de dizer que Neymar é como um filho para ele.
Sei...
Aliás, Dorival, este mundo está cheio de filhos assim...

O Santos e o sofá

Como na clássica história do marido traído, o Santos preferiu vender o sofá. Demitiu o Dorival Júnior por "crise de autoridade excessiva".
Como diria o Didi: "acuma?"
Quer a verdade? O clube preferiu o lucro que pode ter quando vender este moleque mimado do Neymar a um trabalho sério, que deu ao Santos dois títulos este ano, a Copa do Brasil e o Campeonato Paulista.
Mas o pior não é só interromper um trabalho vitorioso. É sinalizar aos moleques da Vila Belmiro que eles podem fazer de tudo.
O Santos, assim, se iguala ao clube mais sem-vergonha do futebol brasileiro, o Flamengo, que sempre passou a mão na cabeça dos jogadores e queimou os técnicos -- vide o que ocorreu com o Andrade, este um antigo ídolo do clube.
O mais curioso é que o Santos já teve em suas fileiras o maior elenco de craques que o futebol brasileiro, com Pelé, Pepe, Coutinho e outros tantos que vestiam aquela imaculada camisa branca nos anos 1960. Problemas disciplinares naqueles tempos eram raros. O futebol formava homens e caráteres. Hoje forma os Brunos da vida, que acham que podem tudo -- até sequestrar e esquartejar uma mulher.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Politização da vida alheia

Tem umas coisas que acontecem na política que me irritam profundamente...
Aqui em Minas existe o mito de quem faz tudo de ruim ocorrer neste meio é uma certa Andreia Neves, irmã do Aécio Neves, ex-governador e virtualmente eleito senador. Não conheço pessoalmente nem um, nem o outro. Mas Andreia Neves seria famosa por pedir cabeças e ditar linhas editoriais de jornais. Bom, já conheci vários políticos e assessores assim... Não seria novidade alguma para mim. Há muitos anos deixei de ser a virgem no bordel...
Por questões meramente pessoais, detesto quem pede cabeça de jornalista.
Até porque já ocupei o comando de uma redação e sei o quanto isso é ruim. Me lembro de que, uma vez, uma jornalista foi demitida após um pedido destes. Na única chance que eu tive de conversar com a deputada que pediu a cabeça, falei tudo o que pensava à respeito da questão e a parlamentar, imediatamente, pediu que a repórter fosse recontratada -- o que efetivamente ocorreu.
Detalhe: eu não tinha nenhuma simpatia pela repórter...
No jornalismo, há vários tipos de demissão. Demite-se por erro, por corte de pessoal, por não gostar do trabalho do funcionário e por um monte de outras coisas. Mas são raras as chamadas demissões políticas, feitas por que alguém "pediu a cabeça".  Como no caso que acabei de contar.
Pois bem, no dia 3 de setembro, antes do feriado, por uma decisão estritamente de redação, o editor de política do Hoje em Dia foi demitido -- e para variar, a tarefa de fazer a comunicação ao profissional foi minha. Ô sina.... Trabalhei pouco tempo com ele, me pareceu sempre ser um sujeito correto, mas houve uma decisão do diretor de redação e ele foi desligado. Uma decisão que não tinha nenhuma influência política -- até porque isso é discutido comigo e o diretor de redação, que é meu amigo particular, jamais me deixaria sem saber detalhes do porquê do corte de um jornalista.
Depois da demissão começou a palhaçada política...
Primeiro, o blog de um deputado tentou politizar a demissão já no feriadão, ligando a dispensa do jornalista a uma suposta visita da tal Andreia Neves ao jornal. Detalhe: como sempre, vivo intensamente a rotina dos jornais onde trabalho, chegando cedo e saindo tarde -- aqui em BH vivo ainda mais intensamente, já que não estou com mulher ou filhas por perto. Mesmo com essa rotina, não vi a tal senhora visitar o jornal. Pode até ter vindo. Mas eu não vi. E nem falei com ela.
Depois, absurdo maior, criaram um blog em protesto pela "liberdade de imprensa" em Minas, onde publicavam a matéria que teria causado a demissão do editor.
Sabe por que é absurdo?
Por que a matéria foi publicada no portal do jornal UMA SEMANA depois da demissão. Isso mesmo: uma semana depois. E mais: quem postou a matéria foi uma ferramenta de sistema, que captura a informação em plataformas de notícias. E aí vem o último absurdo: era matéria da Agência Estado.
Teoria da conspiração mais furada que essa, impossível...
Sinceramente, tenho ouvido um monte de bobagens sobre esta demissão. Mas ninguém pensa no jornalista demitido, transformado agora em centro de uma briga política sem nada ter a ver com isso.
Ou seja, ele virou mártir de uma causa. Para muitos, sinal de que estaria ligado a um lado da briga política. Estão, sutilmente, rotulando-o de ser partidário de alguém.
Pelo que convivi com ele, não é verdade. O sujeito era imparcial, neutro mesmo. Mas agora colaram nele um rótulo de Anti-Aécio.
Nada pode ser pior...
Jornalista gosta de cerveja, mas não é garrafa para ter rótulo. Deixem o sujeito em paz e vão tratar de arrumar um argumento decente para derrubar este ou aquele político....

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Uma derrota, enfim...

Bom, o Vasco perdeu, enfim, neste Brasileirão. Desde o jogo contra a Holanda eu não sentia o gosto da derrota. Mas hoje, no Sul, pintou a primeira derrota do Vasco com PC Gusmão no comdando.
Achei ótimo. Agora é hora de fazer o time vencer.
A "série invicta" do Vasco foi a seguinte:
0 x 0 com o Goiás em Goiânia
3 x 1 no Atlético-PR em São Januário
1 x 1 com o Grêmio em Porto Alegre
2 x 0 no Atlético-GO em casa
0 x 0 com o Flamengo no Maracanã
1 x 0 no Vitória em casa
2 x 1 no Prudente, no interior paulista
2 x 2 com o Fluminense no Maracanã
0 x 0 com o São Paulo no Morumbi
1 x 1 com o Cruzeiro em São Januário
2 x 0 no Ceará em pleno Castelão
1 x 1 com o Galo em São Januário
0 x 0 com o Palmeiras em Sampa
1 x 1 com o Avaí em São Januário
Contou? Não? São 9 empates e 5 vitórias. Destes 9 empates, merecíamos ter perdido os jogos contra o Goiás, o São Paulo, o Cruzeiro e o Flamengo, pelo que jogamos (nada). Não merecíamos ter deixado escapar a vitória contra Fluminense, Avaí e Atlético-MG. E vencemos na continha do chá o Vitória. Ou seja, é uma série invicta de meia pataca...

sábado, 18 de setembro de 2010

Um tempinho pra mim

Deixa a bola pra depois. Agora o assunto eh rock e como estou postando po celular, vai tudo sem acento. Estou no show do Peter Frampton, em BH. E estou adorando.
O cara toca muito... E canta bem. Não tem mais cabelo, mas eu tambem estou me despedindo dos meus.
Não tem nada igual, porem, a tomar uma champanhota ao lado do meu amor escutando Mr. Frampton tratar a guitarra como sua mais intima amante.
Bola, politica e religiao sao assuntos bons demais. Mas musica eh energia pra alma.
E da licenca que eu vou pular...
I want yooou...
Show me the way...
Everyday...

Ainda o Neymar

Depois de saber que o piti do Neymar se arrastou do campo até o vestíário, só por que não deixaram o neném bater o pênalti, chego a conclusão de que vários cartolas europeus estão, hoje, dando graças a Deus por não terem contratado o guri.
E, de cabeça, me lembro de outros dois casos de meninos que explodiram cedo, foram tratados como "joias" pela imprensa e, depois, sumiram.
A Flapress carioca, por exemplo, endeusou, há uns anos, um lourinho chamado Nélio, incensado como sendo o "novo Zico". A última notícia que tive dele é que, em 2010, aos 25 anos, ele está sem clube depois de passar uma temporada jogando no disputadíssismo futebol alagoano...
Celsinho, eleito o novo Dener pelo pessoal da Portuguesa, está de volta ao clube que o originou, após perambular pelo futebol europeu. Tenta começar tudo de novo...
Neymar pode seguir pelo mesmo caminho. É só continuarem a mimá-lo...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Torcida que só atrapalha

Não existe torcida mais ingrata que a do Vasco.
Agora há pouco, no 1 x 1 com o Avaí, estava todo mundo comemorando, até o time levar o gol de empate. Foi a senha para tudo virar do avesso.
Não dá para culpar a torcida de tudo, já que o time abusa do direito de perder gols (desperdiçou até um pênalti) e rebola na hora de definir quando está em vantagem. Mas a torcida do Vasco é a única que protesta antes de o jogo ter acabado. O time levou gol? Empurra o time para frente, tenta a virada até o fim. Depois do jogo, mete vaia. Vaiar assim que o time escorrega só ajuda o adversário e por pouco não perdemos em casa.
E por falar em derrota, tomara que a gente perca logo uma. Assim acaba essa série invicta babaca do PC Gusmão, que é recheada de empates. Se o time tivesse ganho quatro jogos e perdido outros quatro, em vez dos 11 pontos que levou com os 11 empates, teria hoje 15. Ou seja, em vez de termos 29 pontos, estaríamos com 34. Bem pertinho da Libertadores.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nosso Lar x Bezerra de Menezes x Chico

Assisti aos três filmes espíritas que entraram em cartaz no cinema nos últimos anos.
O melhor é Nosso Lar. Emocionante e delicado.
Chico é bem legal, mas o eixo central naquele programa da TV Tupi me cansou um pouco.
Bezerra de Menezes é ruim demais.
O que me irritou nos três filmes foi a mobilização espírita para garantir o sucesso. Isso me cheira a trapaça. Não temos de ir a um filme para propagar fé, como pregou uma corrente distribuída na internet. Temos de ir por nos interessarmos pelo tema.
As vidas de Chico e de Bezerra são, por si só, dignas de uma espiada -- como seria também a vida de Lutero, de João Paulo II, de Madre Tereza de Calcutá e de Gandhi, que levou uma penca de Oscars. Uma obra como Nosso Lar desperta atenção nos iniciados, como Ben Hur também desperta, até hoje.
Não vejo católico ou evangélico fazer corrente para alguém ver um filme. Estão certos. Os espíritas estão trapaceando. Os espíritos superiores não vão gostar nada disso...

Monstrinhos santistas

Dorival Júnior sempre me passou a impressão de ser bom técnico. Quando treinou o Vasco na segundona pôs o Carlos Alberto para jogar. Trouxe o título, devolveu o time ao lugar do qual jamais deveria ter saído e foi buscar rumos mais seguros que São Januário.
Acertou com o Santos com fama de disciplinador e bom técnico.
Continua sendo bom técnico.
Mas sua fama de homem que preza a disciplina foi para o ralo. Primeiro na final do Paulistão, quando Paulo Henrique Ganso recusou-se a cumprir uma ordem e sair de campo. A atitude, elogiada por um monte de babaquaras, custou a vaga na seleção que foi perder a Copa na África. Não tenho dúvida alguma.
Na época, Dorival cometeu seu primeiro erro: pôs panos quentes. Não puniu. Preferiu comemorar o título.
Agora foi a vez de Neymar aprontar. Falou o que queria para o Edu Dracena e para o Dorival, por ser barrado na hora de cobrar um pênalti, depois de abusar de gracinhas, e perder pênaltis importantes com elas.
E agora Dorival? Vai ter mais panos quentes? E o Santos, seguirá transformando promessas de craques em monstrinhos?
Que saudade do Carlos Froner e do Yustrich...

Na urninha

Aqui em Minas, onde estou passando um período, a dúvida é saber quem leva: Anastasia (o vice do Aécio) ou Hélio Costa (ainda tennho medo daquelas reportgens do Fantástico...).
Cada um tem sua pesquisa, sua equipe de marqueteiros e jornalistas e seu pacotão de denúncias na pasta. Virou receita para vencer eleição.
Para mim, nada mais comum (e chato). Há muito as eleições pelo País afora viraram isso.
Bom mesmo era quando os comícios e os debates decidiam as eleições e as promessas eram mais importantes que os dossiês.
Hoje o que vale é o programa eleitoral mais bem acabado e a contundência das acusações.
É por isso que eu vou justificar meu voto dia 3. E também por estar de plantão, há 800 quilômetros da minha zona eleitoral.

Direto do estaleiro

No Vasco, Carlos Alberto e Felipe seguem firmes na enfermaria. Não jogam quinta contra o Avaí, apesar de estarem oficialmente recuperados de suas contusões.
Por uma dessas concidências do destino (espírita diz que nada é opor acaso), a Eletrobras pagou R$ 9 milhões ao Vasco e é provável que os salários atrasados sejam pagos rapidinho.
Pois bem, aposto uma mariola e um cigarro Iolanda como os dois se recuperarão a tempo para jogar domingo. E mais: vão jogar bem.
Mas quem pode condená-los? Trabalhar sem o vil metal tilintando no bolso é duro...

Virei blogueiro

Nada na vida é definitivo. Minha resistência aos blogs também não seria.
Assim, me rendo e inicio hoje uma jornada rumo ao desconhecido. Não morri. Mas não sei onde isso vai parar. Só sei que aqui vou discutir três coisas que gosto muito: futebol, política e religião.
Mas sem enganar ninguém.
Por isso, para começar, tenho de revelar que sou vascaíno, conservador e espírita.
Isso não me impede de falar mal nem do Vasco, nem dos conservadores e muito menos dos espíritas. Ao contrário. Estes estão mais na minha mira que os outros.
Portanto, sinta-se à vontade para fazer o mesmo. Mas com educação e civilidade.
De resto, vamos em frente....