sexta-feira, 29 de junho de 2012

Hora de futebol e de palpitar

Vamos ver se os palpites melhoram. Semana passada foi triste.


  • Sab 30/06/2012 - 16h20 Independência
    Cruzeiro
    CRU
     1
    SPO
    São Paulo
  • Sab 30/06/2012 - 16h20 Aflitos
    Náutico
    NA
     1
    FLU
    Fluminense
  • Sab 30/06/2012 - 18h30 São Januário
    Vasco
    VAS
     1
    PON
    Ponte Preta
  • Dom 01/07/2012 - 16h00 Canindé
    Portuguesa
    POR
     1
    SAN
    Santos
  • Dom 01/07/2012 - 16h00 Couto Pereira
    Coritiba
    CFC
     0
    SPT
    Sport
  • Dom 01/07/2012 - 16h00 Pituaçu
    Bahia
    BA
     3
    INT
    Internacional
  • Dom 01/07/2012 - 18h30 Engenhão
    Flamengo
    FLA
     0
    AG
    Atlético-GO
  • Dom 01/07/2012 - 18h30 Arena Barueri
    Palmeiras
    PAL
     1
    FIG
    Figueirense
  • Dom 01/07/2012 - 18h30 Olímpico
    Grêmio
    GRE
     1
    AM
    Atlético-MG
  • Qua 11/07/2012 - 19h30 Pacaembu
    Corinthians
    COR
     2
    BOT
    Botafogo
O cavalo paraguaio Celso Roth vai deixar dois pontinhos nos pés de quem se livrou do Leão

Encarar o Náutico lá é para fortes. E mesmo os fortes, como o Fluminense, estão deixando seus pontinhos lá.

Hora da reabilitação. E depois da visita do Ricardo Gomes o time sempre entra mordido.

A Lusa tem atuado bem em casa e o Santos está ainda traumatizado. Bom para dar empate.

O time do Marcelo é bom e não tira o pé do acelerador. Vai vencer com folga o time do Mancini.

O Inter é perigoso fora de casa e o Bahia ainda uma tremenda draga. Vai dar Colorado, sem sustos.

Típico resultado de Joel. E o time goianiense se credencia a cada jogo a um passeio pela Série B.

Só dá empate por que o jogo é em São Paulo. Se fosse em Floripa, a porrada catarinense era certa.

Ronaldinho não vai andar. E o Grêmio está se acertando com o Luxemburgo.

O time do Botafogo é melhor que o reserva do Corinthians. Vai vencer sem problemas.




Com a colaboração luxuosa da tabela do Globoesporte.com. Ficou bonitinho agora.

Escuta só essa...

A notícia foi publicada em 2002, com alarde: um ministro do STJ era suspeito de vender habeas corpus para soltar traficantes. Quem quiser lembrar o caso pode clicar nos dois links abaixo, de renomadas revistas brasileiras, a Época e a Veja:


Vicente Leal: execrado, aposentado e inocentado
Em dezembro de 2002, Vicente Leal de Araújo, então ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), teria sido citado em conversas telefônicas entre dois traficantes, o temido Fernandinho Beira-Mar e Leonardo Dias de Mendonça, como sendo integrante de um esquema de venda de habeas corpus a criminosos, intermediada pelo então deputado federal Pinheiro Landim (PMDB-CE), titular de uma cadeira no parlamento desde 1990 e que nas horas vagas de seu mandato estaria atuando como lobista desta escória. Os três eram investigados por uma certa "Operação Diamante", da Polícia Federal. O ministro virou o quarto alvo das suspeitas dos investigadores.
Piauiense de nascimento, tendo desenvolvido toda sua vida profissional no Ceará, o ministro foi execrado publicamente e passou a ser investigado internamente por seus pares, o que jamais havia ocorrido na história do STJ. Em fevereiro de 2003, ainda com o caso quente e sob a mira dos holofotes, Vicente Leal teve de enfrentar um processo administrativo e seu afastamento foi pedido por "indícios de conduta irregular no caso". Foi para a chamada geladeira.
Mesmo batendo o pé e negando ter vendido habeas corpus ou sentenças, em 9 de março de 2004, Vicente Leal pediu aposentadoria do cargo. Houve quem achasse isso um absurdo, já que ele continuaria a receber seu salário. 
Na sua nota de saída, o ministro do STJ dizia que o pedido era motivado pelo inquérito e chamava a acusação de "estúpida e irresponsável opinião de um agente de polícia que, ao analisar uma gravação telefônica entre lobistas e criminosos, deduziu, a seu juízo, que poderia eu estar envolvido em um esquema de concessão de decisões judiciais", repetindo que a investigação tinha sido concluída e "nada, absolutamente nada" fora provado contra ele, mesmo após "longa e exaustiva busca de dados - coleta de informações fiscais e bancárias, exame de registros telefônicos, longa prova testemunhal e documental".  
Sua aposentadoria foi concedida a jato. Após dez anos na Corte, estava devidamente aposentado e com carimbo público de corrupto, embora nada, até então, apontasse que ele efetivamente recebia dinheiro para conceder habeas corpus a criminosos.
Ministro aposentado, o caso morreu para a imprensa. 
Ontem, discretamente, o portal do STJ publicou a notícia abaixo:


Pouca gente tem paciência de ir lá. Eu traduzo: depois de mais nove anos se arrastando, sem resultado, o inquérito policial foi arquivado por decisão do juiz federal da 10ª Vara Criminal de Brasília. Segundo o magistrado, não havia "justa causa para prosseguimento das investigações ou para a instauração de ação penal". E, pasmem, “nada de objetivo fora colhido contra Vicente Leal de Araújo” segundo os depoimentos dos delegados da Polícia Federal Ires João de Souza e José Alberto Maciel, responsáveis pela investigação. Pior: havia, no inquérito depoimentos que demonstravam "ausência de indício da prática do crime previsto no artigo 317 do Código Penal por parte de Vicente Leal de Araújo", que é o de corrupção passiva. 
Em suma, a Justiça, tomando como base a mesma investigação usada para execrar o ministro, chegou à conclusão de que a tal influência alegada pelo então deputado federal cearense Pinheiro Landim, para conseguir habeas corpus para traficantes não passava de bazófia. Para piorar, os indícios de envolvimento de Vicente Leal eram, além da alegada influência de Landim, o fato de Leal ter iniciado a carreira no Judiciário no Ceará  e por ter julgado em favor da soltura do traficante Leonardo, sob o fundamento de "excesso de prazo na realização da instrução criminal", seguindo a linha da jurisprudência nacional. Ou seja, por ter cumprido a interpretação corrente da lei, sem fazer nenhum juízo de valor se esta é correta ou não.
Não sou juiz, não vou avaliar a decisão da Vara Criminal, não me acho no direito de julgar Vicente Leal e não estou afirmando que ele era inocente ou culpado neste ou em outros casos. Mas não posso deixar de pensar o perigo de vivermos em um estado policial. E, o que é pior, com uma imprensa afoita no condenar e sempre ávida por uma escuta, confundindo o trabalho de apurar com rigor e cautela com o de virar um tambor dos interesses sabe-se lá de quem, em troca de umas frasezinhas e gravações para soltar nos portais e noticiários.
Por fim, procurem nos jornais de hoje uma notícia sobre a decisão. Fora os do Ceará, não vi em nenhum. Mas façam uma pesquisa na época da denúncia. A diferença entre denunciar e informar vai ser inacreditável.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

10% do PIB na educação. Será mesmo exequível?

Ontem, dia 26, a comissão especial do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) aprovou a proposta que prevê a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em políticas do setor em até dez anos. Atualmente, União, estados e municípios investem cerca de 5% do PIB (algo em torno de R$ 200 bilhões) no setor. Juntos.
Vamos ser sinceros: vai ser duro acontecer. E por uma questão puramente matemática.
Pela proposta aprovada, os governos federal se comprometeriam a investir pelo menos 7% do PIB na área nos primeiros cinco anos de vigência do plano e 10% ao final de dez anos.
Pegando o PIB (que é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país) de 2011 do Brasil, que foi de R$ 4,143 trilhões, teríamos de aplicar inicialmente cerca de R$ 290 bilhões no setor.
Vamos fazer umas continhas...
Para se ter uma ideia, o Orçamento Geral da União aprovado para 2011 era de R$ 2,07 trilhões, sem os cortes feitos ao longo do ano passado. O gasto previsto com a educação era de R$ 54 bilhões (um quarto do gasto atual de R$ 200 bilhões). Com um PIB de R$ 4,143 trilhões, para atingir os R$ 290 bilhões iniciais previstos no PNE, mantendo a mesma proporção de participação, a União, só ela, precisaria gastar mais R$ 18 bilhões.
Mas como fechar a conta?
Voltemos a 2011, e aos R$ 2,07 trilhões do Orçamento.
A proposta era dispender os recursos assim:
Investimento e custeio (manutenção da máquina na pública): R$ 1,39 trilhão, incluindo aí seguridade social, despesas com pessoal (R$ 199,7 bilhões), investimentos do governo federal (R$ 63,5 bilhões) e investimentos das estatais (R$ 107,5 bilhões)
Rolagem da dívida pública: R$ 678,5 bilhões
Há que se considerar ainda que os gastos com Saúde (R$ 70,9 bilhões) são ridículos. Ideal é que acompanhassem o crescimento prometido à educação. Mas, afinal, corta-se de onde? Do PAC (R$ 43,5 bilhões)? Das emendas parlamentares (R$ 12,1 bilhões), que beneficiam estados e municípios carentes? Dos investimentos?
Perceberam como é difícil chegar, apenas falando em União, nos R$ 72 bilhões que ela teria de casar no bolo de R$ 290 bilhões? Agora imagine quando a conta for de 10%. Se o PIB mantiver-se em R$ 4 trilhões (Deus queira que não), a União teria de casar R$ 100 bilhões, dobrando o desembolso previsto atualmente.
Claro, cortemos a maldita Copa do Mundo. Mas Orçamento só previa gastos de R$ 360 milhões. Não dá nem para o café. Por isso que o ministro Aloízio Mercadante, da Educação, acha a meta boa, mas difícil. Concordo com ele (quem diria!) e acrescento: hoje, é inexequível.
A receita para que isso um dia ocorra teria de vir de dois caminhos:
A) Corte de investimentos e despesas. Não acredito nesta possibilidade e ela pune o país.
B) Aumento de impostos. A única maneira de o governo atingir a meta.
Só fiz as contas na União, com números de 2011. Agora faça o mesmo nos estados a municípios. Depois, use os números atuais.
Se o PNE for um dia aplicado, a sério, sabe quem vai pagar a conta? Nós.
Até hoje, já pagamos R$ 737 bilhões em impostos, em todos os níveis, segundo o site Impostômetro (http://www.impostometro.com.br/). Até o fim do ano, a conta vai dobrar. E para arcar com R$ 290 bilhões para a educação, o nosso cinto teria apertar ainda mais. Seria colocar mais uns R$ 150 bilhões nesta conta (mais uns 20%, por baixo). Ou então os gastos públicos, em todos os níveis, sofrerem uma drástica redução. Você acredita nesta possibilidade? Eu não.
No fim das contas, o PNE se encaminha para um funil:
Ou o governo aperta o cinto
Ou todo mundo paga com mais impostos
Ou vira lenda.
Aposto na última opção. Por que eu conheço o Brasil.
A educação (e a saúde) merecia(m) mais atenção. Mas não vai rolar. Com este ou com qualquer governo. O que é uma pena.

A visão apurada de Carlos Honorato

Que o Carlos Honorato é fera, todo mundo sabia. O olhar do grande timoneiro segue afiado e aguçado, fazendo do seu site Estação da Notícia uma parada obrigatória na cidade, pois ele tem muitas informações relevantes, uma boa peneira de assuntos e um mix bem bacana.
Hoje mesmo ele postou uma nota digna de apreciação, que me fez pensar. Leva o título de OAB contra a reeleição. Mas só de políticos. O link é este: http://www.estacaodanoticia.com/index/comentarios/id/30775 . 
Para quem tem preguiça de clicar, vou reproduzir:
OAB contra a reeleição. Mas só de políticos 
Da redação em 27/06/2012 14:29:48
Em 12 de abril de 2011, o Conselho Federal da OAB aprovou proposta pedindo o fim da reeleição para os cargos majoritários – presidente da República, governadores e prefeitos. Com celeridade, o presidente da entidade, Ophir Cavalcante, entregou, em 14 de abril, esta e outras sugestões ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), para que fossem discutidas no âmbito da reforma eleitoral em curso no Congresso Nacional.

A ideia é boa, pois acabaria com os governos que passam o primeiro mandato inteiro se preparando para a sua reeleição, governando apenas com fins eleitoreiros. Só que ela embute em si uma contradição: embora na OAB nacional a reeleição não exista, nas seccionais ela é livre. Há casos de advogados que vão para o terceiro mandato, como Wadih Nemer Damous Filho, do Rio de Janeiro, que desde 2007 toca a entidade. Ou o de Luiz Flávio Borges D’Urso, que comanda a OAB-SP desde 2004.

Arrojada para apear os comandantes eternos do poder político, a OAB é tímida para regular a mesma questão em seu terreno. Há quem diga que se trata de respeito à autonomia dos estados. Há quem diga que falta valentia para desafiar os coronéis das leis nas seccionais da Ordem.

Com a palavra, Ophir Cavalcante.
Nada mais que a pura verdade. 
O presidente da OAB nacional, entidade sempre tão respeitada, omite-se de forma esquisita nesta história toda. Pediu, com ênfase e celeridade, que a reeleição seja vetada nos mandatos políticos majoritários. Ou seja, não quer ver presidentes, governadores e prefeitos disputando reeleições. Mas fecha o olho para as seccionais. A lista de Honorato deve ser engordada com mais alguns nomes de mandatários que vão disputar releição nas OABs dos estados, como Henrique Tiburcio, em Goiás, Omar Coelho, em Alagoas, e Kiko Caputo, aqui no DF. 
Nada contra nenhum deles, mas é que, para a democracia, é saudável a alternância de poder, e ela deve começar pelos núcleos da sociedade, como sindicatos, entidades classistas e clubes. Sou contra o instituto da reeleição, de modo em geral. Acho que mandatos de cinco anos são suficientes para que se feche um ciclo, seja em qual for a atividade. Tempo para planejar e executar.
Não dá para esquecer que JK só precisou de cinco anos para fazer as bases de um Brasil moderno. Nada além disso. Se hoje somos um país em franco crescimento, isso começou lá atrás, com os "50 anos em cinco". E, de fato, foi um salto destes tamanho que o Brasil deu.
A reeleição é fruto de um casuísmo de FHC. E virou moda. Todo mundo quer esta boca. Reclamam que quatro anos é pouco. Mas oito é demais. E o povo vota meio que na obrigação da continuidade, acreditando naquela cantilhena de que "é bom assim, não mexe que piora".
Mas vejam só uma coisa. Vamos supor que uma pessoa nasceu no primeiro dia de mandato da Dilma. Se esta pessoa viver 80 anos, corre o risco de ver apenas dez presidentes e governadores. 
Eu, com 47 anos de vida, passei pelos governos de Castelo, Costa e Silva, Médici, Geisel, Figueiredo, Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma. Onze presidentes. O ruim é que, dos meus 47 anos, os últimos 18 foram de apenas três nomes, Dilma, Lula e FHC. Fossem mandatos de cinco anos, estaríamos no quarto presidente, na quarta proposta, no quarto caminho.
É saudável que a OAB pretenda acabar com a festa da reeleição, monstrengo que, no Brasil, transforma o primeiro mandato em ponte para o segundo e cria certos currais eleitorais. Mas deveria varrer primeiro a casa. Ophir Cavalcante, ele mesmo impossibilitado de se reeleger, poderia conclamar as seccionais a dar o exemplo.
Será que é pedir muito?

Outra casa muito engraçada

O barraco do Cachoeira e do Perillo
Veja como o Brasil é cheio de histórias curiosas...
Marconi Perillo nasceu pobre, em Goiânia. Cresceu na modesta Palmeiras de Goiás, retornando à capital do estado em 1977. Trabalhou duro. Tentou fazer três cursos superiores, mas nçao conseguis tocar os estudos, nos anos 80. Casou-se em 89 e tudo indicava que sua trajetória seria daquelas de um homem batalhador.
Mas a política sorriu para ele. Engajou-se cedo no PMDB. Virou liderança jovem. Tornou-se, em 1990, deputado estadual, sendo eleito, em 1994, para o cargo de deputado federal. Entre 99 e 2006 foi governador de Goiás. Esteve entre 2007 e 2010 no Senado e voltou ao Palácio das Esmeraldas no ano passado. Neste meio tempo, formou-se advogado, entre 2007 e 2010. Segundo as más línguas, numa turma só para ele e a esposa.
Marconi também tinha uma casa, igualzinho a Agnelo. Uma casa declarada no seu IR. Era um de seus oito imóveis.
E aí eu paro para perguntar: como um político pode ter oito imóveis?
Repare que Perillo foi político a vida inteira. Nada mais que isso, Não tinha diploma superior, só alcançado numa turma especial, e há pouco tempo. Logo, Marconi é um gênio das finanças. Mesmo ganhando salário de deputado ou governador (uns 22 paus por mês, no máximo), conseguiu ter oito imóveis, avaliados em pouco mais de R$ 1,2 milhão.
Um destes é a casa lá de cima. Linda, bem montada e vendida recentemente por R$ 1,4 milhão. O comprador é nebuloso. Dizem que foi um, mas outro quem pagou. O morador da residência era o Carlinhos Cachoeira. Lá era o bunker do megalobista.
Espero que Perillo, o esforçado, tenha recolhido aos cofres os impostos devidos, pelo lucro realizado na venda. A casa, um dos bens que estavam avaliados por R$ 1,2 milhão, rendeu mais que todos os outros imóveis. Coisa de gênio.
Um gênio que vendeu a casa sem saber para quem.
Perillo pode dar as mãos a Agnelo, aquele que comprou a casa, mas não sabe como.
É mais um que esquece como ganhou grana.
É mais um político que enriquece com salário de R$ 20 mil.
Para e pensa agora: você e eu trabalhamos e não temos estes bens por que jogamos dinheiro fora.?
Será que tínhamos de dar nossa grana a estes competentes administradores?
Sei não. Já damos ela em forma de impostos. O resultado final não é tão bomo como o que eles conseguem com as 20 mil pratas de salário. Das duas, uma: ou administram melhor a vida privada que a pública ou já transformaram o que é público em privada.
O que você acha, amigo?

terça-feira, 26 de junho de 2012

Era uma casa muito engraçada

Que segredos e mistérios abrigam estas paredes?
A imagem ao lado é de uma casa. Não se trata de uma casa qualquer, como vocês vêem. É uma boa casa. Uma bela casa. Pode-se dizer até que se trata de uma mansão, pois há uma quadra de tênis em seu terreno e uma boa piscina. 
A residência em si tem 550 metros de área construída e está localizada no Setor de Mansões dom Bosco, no Lago Sul. Foi comprada por seu dono em 2007. Hoje, uma casa destas, considerando apenas a casa, a um preço médio de R$ 10 mil o metro quadrado, sairia por R$ 5,5 milhões. Mas poderia custar ainda mais, graças a seu terreno. Casa de gente com bom patrimônio, com renda alta. Casa de gente fina e influente.
De fato, a casa é de alguém influente. E de uma pessoa que sabe fazer bons negócios. Pois esta casa, esta belíssima mansão, custou a seu dono, em 2007, a bagatela de R$ 400 mil. O dono desta casa pagou pouco mais de R$ 727 por metro quadrado construído.
O dono da casa poderia argumentar que se trata do preço da época. Vou ter de contrariá-lo. Tenho uma casa em um condomínio, distante uns oito quilômetros da mansão da foto. Ergui a casa em 2001. Tem 139 metros quadrados (ou seja, um quarto do tamanho). E em 2001, o metro quadrado me custou exatamente R$ 1 mil. Ou seja, seis anos depois, no meio do boom imobiliário, numa área mais valorizada, ele conseguiu comprar uma casa por um preço menos do que eu paguei.
Quem faz um negócio bom destes nunca esquece. Eu acho que minha casa foi um bom negócio. Comprei o terreno um ano antes, por R$ 8 mil. Pertencia a uma jornalista. Paguei quatro parcelas de R$ 500 e os R$ 6 mil restantes foram pagos com meu décimo terceiro do ano 2000.
A obra da casa foi paga com uma entrada de R$ 31.000, que foram parcelados em dois anos. Depois,  mais 36 parcelas de R$ 3 mil, após a obra pronta, pagos à Construtora Santa Ignez. Pagava via boleto bancário. Às vezes, atrasava uma parcela e conseguia a isenção dos juros. Sacava o dinheiro, o responsável da construtora ia na minha sala, no Jornal de Brasília, recebia a grana e dava o recibo.
O muro foi por fora. Eu paguei direto ao empreiteiro. Custou mais R$ 10 mil. Ainda tomei uma volta do primeiro empreiteiro. Pagava toda sexta, em dinheiro. Foram dez semanas, R$ 1 mil a cada semana. Já o portão custou R$ 1 mil e eu paguei ao serralheiro em cinco vezes de R$ 200.
Por que tanto detalhe? Para mostrar que quem faz um negócio bom não esquece. A minha casa é meu reino. Moro lá por prazer. Nunca esqueci da inauguração, ainda sem gramado (comprado junto à Lolô, seis meses depois, por R$ 7 mil, graças a meu décimo terceiro de 2001). Lá estavam a Andreia, as meninas Tita e Vavá e a Lolô. Nós e uma garrafa de champanhe.
Pois bem, se eu me lembro de tantos detalhes, o dono da casa, que pagou só R$ 400 mil deveria lembrar também. Mas não lembra. Não sabe se pagou em TED, em cheque, em DOC. Um ano antes de a casa aparecer no seu IR, o dono do imóvel declarou ter bens de apenas R$ 200 mil. Ou seja, além de bom negociador, é também um mágico, pois fez surgir grana de onde não havia.
A essa altura, você já sabe que a casa é do Agnelo Queiroz, digníssimo governador do Distrito Federal
Segundo a escritura, em 2007, Agnelo comprou a casa de Jamil Suaiden, promotor de eventos de Brasília. Jamil tem um cunhado, Glauco Santos, que tinha interesses na Anvisa. Agnelo foi nomeado para a Anvisa em 24 de outubro de 2007. Embora tenha escriturado a casa em 2007, Agnelo foi acusado, em 2006, de invadir área pública para abrigar, nesta mesma casa, a quadra de tênis, um laguinho e um campo de futebol.
Agnelo alega que comprou a casa antes de ir para a Anvisa. Mas esquece de dizer que era ministro do Esporte entre 2003 e 2006, quando surgiu a história da invasão de área pública. Jamil Suaiden faz eventos esportivos, em especial corridas.
Há muita coisa mal amarrada e explicada nesta história. Preço da casa, condição de compra e como foi paga. Mas, em especial, a grande dúvida é como um médico do serviço público, que desde 1990 largou a medicina para se tornar político conseguiu comprar a bela casa lá de cima.
Agnelo, à mulher de César não basta ser honesta; tem de parecer honesta.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Sobre motoristas e passageiros

Amo Brasília.
Sempre sonhei em morar aqui. A paixão começou ainda menino, durante a novela "Escalada". Sonhava em ser uma espécie de João Dias (Tarcísio Meira) e vir construir uma cidade no meio do nada. Paixão que depois se intensificou na minha adolescência, quando a frase "Em Brasília, 19 horas" interrompia o programa que eu estava ouvindo em alguma rádio AM. Só não interrompia o "Polar caminhando pelo mundo", programa musical da Rádio JB AM, apresentado pelo Eliakim Araújo, nas noites, que embalava meu sono. Polar, para quem não conhece, era uma sapataria carioca. Nem ela, nem a JB AM existem mais. O Eliakim ainda existe, mas mora em Miami.
Pois bem, amava Brasília mesmo com a voz do Brasil, ou até por ela, por que sabia o que estava acontecendo no Congresso. Eu não morava em Brejal dos Guajás, mas no Rio de Janeiro, uma cidade em que todo mundo antipatizava com Brasília, pois "a capital saiu de lá para se esconder no meio do mato", com o diziam meus conterrâneos.
Eu achava todos uns bestas, inclusive meus pais. A capital no interior podia ter tirado o status do Rio (e tirou a riqueza, o prestígio e muitas outras coisas), mas me sentia mais seguro com o presidente e o poder morando "mais para dentro" do Brasil. Ali era difícil o inimigo pegá-los. Típica criação mental de um menino meio chegado a uma neurose...
Mas o amor por Brasília só crescia com o tempo. Torcia, secretamente, pelo Ceub no Campeonato Brasileiro, quando o Vasco não jogava. Depois, pelo Brasília. Achava que Brasília era o máximo. Queria vir trabalhar aqui.
Cresci, estudei, me formei, virei jornalista e, em 1998, trazido pelas mãos santas de Paulo Gusmão e do saudoso Massimo Manzolillo, aportei aqui para ficar, com uma breve saída em direção a BH. Fui e voltei. Brasília é e talvez será sempre a minha casa.
Em 14 anos de cidade, vi Brasília mudar muito. Cresceu, inchou. E por conta disso, ganhou problemas que eu não via em 1998, quando a terra vermelha, o tempo seco e o sol radiante me conquistaram para sempre.
Hoje de manhã, por exemplo, assisti dois episódios que me mostraram os novos problemas de Brasília. O primeiro deles é o trânsito. Com o crescimento rápido, a cidade inchou de gente e de carros, já que os governos se sucederam sem se preocupar com a qualidade de vida dos cidadãos. Na época em que estava no Jornal de Brasília, noticiamos que a cidade comportava mais de 1 milhão de veículos.
É carro para cacete. Hoje devemos ter chegado a 1,3 milhão. E o ritmo de crescimento vai continuar, já que entra governo, sai governo, a cidade segue sem um transporte público decente.
Carro demais na rua significa um crescimento exponencial de barbeiros e rodas-presas. Que o diga a Ponte JK. Lá é uma espécie de "pague para entrar, reze para sair", sem pedágio. Ao entrar, como não há áreas de saída durante vários quilômetros, a menor batidinha pode te relegar a um infernal congestionamento. Nada que assuste um carioca ou paulista. Mas sabemos que, mesmo olhando para o Lago Paranoá, é um saco ficar 40 minutos parado.
Mas hoje não teve acidente ou engarrafamento, mas só uma mostra de como se dirige mal por aqui. Entrei na ponte e quase fui atacado por um Picanto amarelo. É o típico carro cujo motorista está proibido de fazer barbeiragem. É fácil de marcar.
Será que é em Brasília?
Bom, se não for, tá valendo mesmo assim
Pois bem, a digníssima que dirigia o Picanto amarelo, depois de quase me abalroar, encaixou-se, sabe lá Deus como, na traseira de um carro, sendo seguida por outra tresloucada em um Uno. Encarapitaram-se na faixa da esquerda e... nada. Ficaram integrando o trenzinho de dezenas de carros, um perigo iminente de engavetamento, comum demais na faixa da esquerda por aqui. O cara faz de tudo para ocupar a faixa de rolamento rápido para ir lá, morcegando e freando o tempo todo.
Fui nesta toada até o final da Ponte JK. Não teve jeito. Passei para a pista do meio, igualmente um trenzinho. De repente, olho para a faixa da direita.
Parecia miragem. Não tinha ninguém. Nem ônibus, nem carro, nem moto. Vazia. Deserta.
Sinceramente, não titubeei. Fui para a direita, engatei a quinta e, sem precisar voar, me livrei do trenzinho em segundos. Tchau, Picanto! Tchau, Uno!
E viva a infração de trânsito que fui obrigado a cometer, por que os motoristas daqui não sabem, até hoje, que a faixa da esquerda é para ultrapassar e seguir, e que a da direita é para andar devagar, entre a metade da velocidade da via e a velocidade máxima.
Mas não foi só isso não. Horas mais tarde, ao passar pelo lado de um ônibus na Esplanada dos Ministérios, por pouco não fui atingido por uma latinha suicida de Pepsi Twist Light, que resolveu mergulhar do coletivo para a morte por amassamento na via.
Isso mesmo... Um porco arremessou, de dentro do ônibus, uma lata no meio da rua. Selvagem.
Do que adianta ter IDH alto, melhor índice de escolaridade e o cacete se a gente segue sem respeitar regras e sujando as ruas?
Nada. Por um mísero minuto, senti saudades do Rio. Mas me lembrei dos funkeiros ouvindo aquelas m... no celular no último volume no ônibus.
Horror por horror, prefiro o daqui. Por que ainda acho que pode ter jeito. Será?

Uma questão e seus muitos lados

Lugo e Hugo. Uma dupla e tanto...
Não sou um especialista em Paraguai. Jamais coloquei meus pés no país e conheço apenas uma pessoa de lá, uma jornalista. Mas tenho a mania de olhar com cautela e ler, exaustivamente, sobre certos lugares, analisando com calma as verdades e as mentiras históricas ou momentâneas.
Sobre o Paraguai há muitas mentiras e poucas verdades. Algumas mentiras são tão repetidas e seculares que parecem virar verdade, como as historinhas dos professores de história a respeito da Guerra do Paraguai, que transformam o ditador Solano López em um cara bacana. Tudo o que ele não era.
A atual mentira sobre o Paraguai tem dois lados: o dos caras da esquerda (que vêem no impeachment de Fernando Lugo apenas um golpe de estado) e o dos caras da direita (que acham tudo o que ocorreu natural e 100% honesto). E quando falo em direita e esquerda, me refiro aos brasileiros, ok?
Menos, meus caros. Não há nada certo neste caso. Nem no impeachment, nem no processo, nem nos fatos que antecederam o caso.
Para entender o que se passa por lá é preciso lembrar alguns pontos.

1) Lugo, um ex-bispo católico, era um tremendo mulherengo. Depois de sua posse, pipocaram filhos de um cara que tinha feito voto de castidade. Aos poucos, ele foi reconhecendo vários deles. E, com isso, reconhecendo publicamente que sempre foi um hipócrita duas caras.

2) Lugo foi eleito para governar e tinha contra si um Congresso de oposição. E as tentativas de reverter isso foram, no mínimo, temerárias, especialmente nos últimos dias de poder. Como, por exemplo, afastar-se dos partidos da sua aliança eleitoral e aproximar-se dos Colorados, agremiação que ele tirou do poder após uma hegemonia de 62 anos. Era colorado, por exemplo, o sucessor de Rafael Filizola, ministro do Interior responsabilizado pelo massacre de Curuguaty, que acabou com a morte de 11 manifestantes e sete policiais. Uma espécie de Eldorado dos Carajás que acabou com deposição do presidente.


3) Hipócrita e péssimo aliado, Lugo foi responsabilizado sozinho por um congresso que, em princípio, queria apenas sangrá-lo nove meses antes de uma eleição. Mas acabou vítima da sua incapacidade de negociar e foi corrido em tempo recorde do poder.

4) Esta deposição a jato mostra outra faceta política do país: ao ver que poderiam retirar o rival, os deputados e senadores paraguaios mostraram sua total incapacidade de disfarçar esta vontade. Depuseram Lugo de forma absolutamente legal e constitucional, mas deixando no ar a certeza de que se tratou de um golpe, pela inacreditável celeridade de ritos e falta de defesa.

5) Há a possibilidade de o massacre ter sido cometido não só pelo conflitos entre policiais e sem-terra, mas também pela ação de pistoleiros contratados pelo dono das terras, um certo Bias Riquelme, empresário de 83 anos ligado ao partido Colorado, o mesmo que Lugo correu atrás para se preservar. Há quem veja nisso uma ação orquestradinha. Duvido. Bias Riquelme queria mesmo suas terras de volta. E agiu como um coronelzão.

Ao fim de tudo, temos o seguinte: a deposição dele é legal, constitucional e, ao mesmo tempo, imoral. Teve cunho meramente político, baseada numa constituição que aparenta ser democrática, mas tem vocação golpista. Chefes de estado da região podem até achar que tudo foi estranho, tal e coisa, mas a cautela neste momento é fundamental. O povo paraguaio vai sinalizar corretamente o que houve. E o povo de lá acha que houve um golpe disfarçado, mas também não morria mais de amores por Lugo.
Neste capítulo, aliás, o que não dá para aceitar é a pressão por democracia comandada pelo senhor Hugo Chávez, caudilho que manda na Venezuela desde 1999. Esse daí não tem autoridade moral para mexer no vespeiro de golpes, pois foi tentando dar um golpe de estado em 1992 que ele se tornou conhecido. Chavez só pode agir como sabe: cortando o petróleo dos paraguaios. Por que de democracia o cara entende pouco. Ou nada.

domingo, 24 de junho de 2012

Balanço dos pitacos. Fui mal.

Vamos ver como me saí...

Vasco x Cruzeiro. Previ Vasco 3 a 0. Deu Cruzeiro 3 a 1.
Lusa x São Paulo. Arrisquei 1 a 1. Deu Lusa 1 a 0.
Atlético-MG  x Náutico. Meu palpite era Galo 3 a 1, com  show de Ronaldinho. Foi 5 a 1. Primeiro acerto.
Corinthians x Palmeiras. Acreditava no 1 a 1. Corinthians 2 a 1.
Grêmio x Flamengo. Matei a pau. Foi mesmo Grêmio 2 a 0.
Figueirense x Bahia. Acreditava em Figueira 2 a 1. O jogo foi 1 a 1
Botafogo x Ponte Preta. Cravei Botafogo 3 a 0. Ponte 2 a 1.
Santos x Coritiba. Acredivata em  Santos 3 a 1. Foi 1 a 1.
Sport x Internacional. Para mim, ia ser um empate em 0 a 0. Colorado 2 a 0.
Atlético-GO x Fluminense. Para mim, dava Fluminense 4 a 2. Foi Flu 4 a 1.


Balanço final bem ruim... Acertei só três.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Presidente da OAB-DF, um soldado eleitoral

O excelente blog de Carlos Honorato, meu amigo de décadas, conta que a procuradora Simone Costa Lucinda Ferreira foi nomeada pela presidente Dilma Roussef para a vaga de desembargadora do TJDF, pelo chamado quinto constitucional da OAB-DF. Ela foi a mais votada de uma lista com seis nomes de advogados e procuradores escolhidos pela seccional, grupo reduzido posteriormente a três nomes pelo TJDF, que foram encaminhados a Dilma. 
Na lista final figuravam os nomes de Simone Lucinda, de Eduardo Lowenhaupt da Cunha (muito respeitado pela comunidade jurídica e por políticos do DF) e do advogado João Berchmans, outro nome de peso, mas que tinha um aparentemente eficiente cabo eleitoral: Kiko Caputo, atual presidente da OAB-DF e seu cunhado.
Até por isso, Berchmans não passou do terceiro lugar.
Sinal evidente que há desgastes na gestão Caputo, que acabou, nesta eleição, rebaixado de cabo a soldado eleitoral. 
Mas é compreensível. Afinal, não é fácil presidir uma entidade com o peso político e social da OAB-DF e conciliar isso com o atendimento de vários clientes problemáticos ao longo dos tempos. Claro que a OAB-DF passa ao largo dos escritórios. E claro que todo e qualquer pessoa tem o direito à ampla defesa. Mas que muita gente cobrava de Caputo uma ação mais firme como presidente da OAB-DF em vários casos, opa!, isso cobrava mesmo. E isso seus clientes tinham de entender.  
No frigir dos ovos, deu Simone Lucinda, que  tinha o apoio de Rogério Chaves Leite, ex-procurador do DF, e dos demais procuradores da casa, que conseguiram a vaga que há muito sonhavam no TJDF.

No 1 a 1 outra vez. E mais pitacos


É nós, Boca!

Como eu previa, Palmeiras e Grêmio empataram em 1 a 1. Já o Boca não venceu LaU, mas vai decidir a vaga com o Corinthians. 
Então, fiquei no empate.
Agora, todo mundo sabe, o Boca Juniors é o Brasil na Libertadores. Agradeço ao blog do Allejo, que homenageia o maior jogador de todos os tempos (o bonequinho do International Superstar Soccer), pela belíssima imagem que emoldura este post.
Isto posto, vamos à palpitada do fim de semana. 


VascoSábado, 18h30, São Januário
Vasco x Cruzeiro. Dá Vasco 3 a 0


Sábado, 18h30, Canindé.
Lusa x São Paulo. Vai ser 1 a 1.


Atlético-MGSábado, 21h, Independência.
Atlético-MG  x Náutico. Galo 3 a 1, com  show de Ronaldinho.


Domingo, 16h, Pacaembu.
Corinthians x Palmeiras. Dá 1 a 1.


GrêmioDomingo, 16h, Olímpico
Grêmio x Flamengo. Grêmio 2 a 0.


FigueirenseDomingo, 16h, Orlando Scarpelli.
Figueirense x Bahia. Dá Figueira 2 a 1.


BotafogoDomingo, 18h30, Engenhão.
Botafogo x Ponte Preta. Botafogo 3 a 0.


SantosDomingo, 18h30, Vila Belmiro.
Santos x Coritiba. Dá Santos 3 a 1.


Domingo, 18h30, Ilha do Retiro
Sport x Internacional. Vai ser empate em 0 a 0.


FluminenseDomingo, 18h30, Serra Dourada.
Atlético-GO x Fluminense. Dá Fluminense 4 a 2.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Fiquei no 1 x 1. E hoje?

O careca sabe de bola
Deu Corinthians, com o 1 a 1. Essa eu errei. E como torci contra. O Corinthians é o Real Madrid que a Globo sonha para o futebol brasileiro. O Barcelona seria o Flamengo, não fosse o time da Gávea uma zorra total.
Mas final é outra coisa. Ainda mais se for o Boca.


Na Copa do Brasil deu Coxa. Só não cravei o placar por que o time curitibano perdeu um gol inacreditável, com quatro jogadores contra o Cortez e o goleiro. Mas venceu por 2 a 0 e, como a decisão da Copa do Brasil não será contra o Vasco, tem todas as chances de dar o título a Marcelo Oliveira, um treinador que precisa ser mais observado pelos times do eixo Rio-São Paulo. O cara entende.


Para hoje, meus palpites são os seguintes:

Palmeiras 1 a 1 Grêmio

LaU 1 a 2 Boca