O Atletico-GO acaba de vencer o Vasco usando um velho truque: bater em sistema de rodizio.
Nada menos que sete jogadores goianos levaram amarelo por faltas duras.
Curiosamente, ninguem foi expulso.
O Vasco, por sua vez, bateu muito menos, mas perdeu o jogo por ter um jogador expulso.
La se foi a Libertadores...
domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Eleições - primeira parte
Os institutos de pesquisa se estreparam lindamente nesta eleição.
Em Minas, não viram a surra que o Aécio/Anastasia deu no Hélio Costa e seu PT, obtendo 62% dos votos válidos no primeiro turno - antes eles previam uma eleição equilibrada, voto a voto.
Também foram incapazes de detectar o fator Marina Silva, que levou o Serra para o segundo turno - e se ele for esperto, oferece toda a área ambiental para os Verdes, incluindo-se aí, de quebra, o famigerado Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Em Brasília, previam Agnelo com sobra. Não deu.
Para o pessoal do PT-DF, sobrou decepção. Urnas abertas ainda, um amigo meu recebeu um convite da festa da vitória do Agnelo. Horas depois, a festa foi cancelada. Apesar do desempenho ridículo no último debate, Weslian Roriz foi para o segundo turno.
Aliás, ela foi para o segundo justamente por isso: o povo mais humilde do DF se viu na cena. E, identificado, carregou votos na senhora que prometeu "defender a corrupção" quando queria dizer que atacaria a corrupção. A elite sacaneou no Youtube. O povo entendeu pela Globo mesmo.
Que sirva de alerta: para travar o Rorizismo, a uma solução é calçar as sandálias da humildade. A pergunta é: elas cabem no pé do Agnelo, do Filippelli (não cabem) e do Cristovam (não cabem)?
Em tempo: Brasília deu ao meu amigo Reguffe a maior votação proporcional a um deputado federal. Nada mais justo. Trata-se de um sujeito digno. Tomara que consiga sacudir a vida político daquele sarcófago de talentos chamado Congresso Nacional.
Pena não ter feito o mesmo com outro jovem que teve boa atuação na Câmara Legislativa, o Cristiano Araújo, outro bom amigo. Embora eleito com sobras, seu desempenho foi atrapalhado por uma campanha sistemática de políticos e alguns jornalistas contra ele. Políticos que já deviam ter sido banidos há muito da política - gente da direita e da esquerda. Já os jornalistas, como sempre, foram usados. Um dia eles abrem os olhos.
Em Minas, não viram a surra que o Aécio/Anastasia deu no Hélio Costa e seu PT, obtendo 62% dos votos válidos no primeiro turno - antes eles previam uma eleição equilibrada, voto a voto.
Também foram incapazes de detectar o fator Marina Silva, que levou o Serra para o segundo turno - e se ele for esperto, oferece toda a área ambiental para os Verdes, incluindo-se aí, de quebra, o famigerado Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Em Brasília, previam Agnelo com sobra. Não deu.
Para o pessoal do PT-DF, sobrou decepção. Urnas abertas ainda, um amigo meu recebeu um convite da festa da vitória do Agnelo. Horas depois, a festa foi cancelada. Apesar do desempenho ridículo no último debate, Weslian Roriz foi para o segundo turno.
Aliás, ela foi para o segundo justamente por isso: o povo mais humilde do DF se viu na cena. E, identificado, carregou votos na senhora que prometeu "defender a corrupção" quando queria dizer que atacaria a corrupção. A elite sacaneou no Youtube. O povo entendeu pela Globo mesmo.
Que sirva de alerta: para travar o Rorizismo, a uma solução é calçar as sandálias da humildade. A pergunta é: elas cabem no pé do Agnelo, do Filippelli (não cabem) e do Cristovam (não cabem)?
Em tempo: Brasília deu ao meu amigo Reguffe a maior votação proporcional a um deputado federal. Nada mais justo. Trata-se de um sujeito digno. Tomara que consiga sacudir a vida político daquele sarcófago de talentos chamado Congresso Nacional.
Pena não ter feito o mesmo com outro jovem que teve boa atuação na Câmara Legislativa, o Cristiano Araújo, outro bom amigo. Embora eleito com sobras, seu desempenho foi atrapalhado por uma campanha sistemática de políticos e alguns jornalistas contra ele. Políticos que já deviam ter sido banidos há muito da política - gente da direita e da esquerda. Já os jornalistas, como sempre, foram usados. Um dia eles abrem os olhos.
Ética no esporte
A moda agora é discutir ética no esporte.
Primeiro foi o episódio Massa-Alonso, com a ultrapassagem comandada pelo boxe. Por mim, tudo bem. Não acho que Fórmula 1 seja esporte. É entretenimento. Esporte, para mim, está ligado a feitos atléticos. Me diga qual o feito atlético de um carro correr mais que o outro, por ser mais possante?
Da mesma forma, acho que qualquer esporte com cavalos não é esporte. Tenho um concunhado que foi jóquei (um dos melhores que este país já teve) e sempre falei, na família, que o atleta era o cavalo. Por mais que o jóquei tenha que se preparar ou concentrar, se estiver montando o pior dos pangarés não ganha a corrida de jeito nenhum. a não ser que haja roubo. Mas esporte não admite roubo.
Agora a parada do momento é a entregada que a seleção de vôlei do Brasil deu para a Bulgária. Foi ético? Não foi. Mas é ético, pergunto, elaborar um regulamento idiota como este, só para beneficiar a Itália?
Ética no esporte começa pelo regulamento. Se a gente quer lisura nas competições, deve começar pela regra. Pontos corridos, sistema de grupos com os melhores passando e seguindo para fases eliminatórias, como na Copa do Mundo, com jogos simultâneos só fazem do esporte algo digno.
Enquanto a maracutaia começar nos salões atapetados, por favor, não cobrem lisura de atletas e técnicos. quem está por cima deve dar o exemplo. E basta.
Primeiro foi o episódio Massa-Alonso, com a ultrapassagem comandada pelo boxe. Por mim, tudo bem. Não acho que Fórmula 1 seja esporte. É entretenimento. Esporte, para mim, está ligado a feitos atléticos. Me diga qual o feito atlético de um carro correr mais que o outro, por ser mais possante?
Da mesma forma, acho que qualquer esporte com cavalos não é esporte. Tenho um concunhado que foi jóquei (um dos melhores que este país já teve) e sempre falei, na família, que o atleta era o cavalo. Por mais que o jóquei tenha que se preparar ou concentrar, se estiver montando o pior dos pangarés não ganha a corrida de jeito nenhum. a não ser que haja roubo. Mas esporte não admite roubo.
Agora a parada do momento é a entregada que a seleção de vôlei do Brasil deu para a Bulgária. Foi ético? Não foi. Mas é ético, pergunto, elaborar um regulamento idiota como este, só para beneficiar a Itália?
Ética no esporte começa pelo regulamento. Se a gente quer lisura nas competições, deve começar pela regra. Pontos corridos, sistema de grupos com os melhores passando e seguindo para fases eliminatórias, como na Copa do Mundo, com jogos simultâneos só fazem do esporte algo digno.
Enquanto a maracutaia começar nos salões atapetados, por favor, não cobrem lisura de atletas e técnicos. quem está por cima deve dar o exemplo. E basta.
Uns dias de folga
O trabalho intenso perto das eleições me deixou sem atualizar este blog.
E o que não falta é assunto. Então vamos por partes, começando pelo mais importante: a bola.
Depois de uma irritante série de empates, o Vasco engrenou duas vitórias seguidas, o 3 x 1 no Santos (com o mascaradinho do Neymar em campo) e o 3 x 2 no Goiás.
O jogo contra o Santos foi duro. Mas, mesmo com 10, o time se manteve na frente na base da raça e achou o terceiro gol no fim. Aconteceu com o time paulista o que vinha acontecendo com o Vasco: destino da partida selado no último lance.
Contra o fraco time do Goiás, valeu a raça e a torcida, que desta vez jogou junto e levou o Vasco a justificar o lema de time da virada.
Mas desde o dia 28 teve muita coisa nova, como a contratação do Luxemburgo para o Flamengo.
E aí, não sei não...
O Luxa dá sinais inequívocos de que está na descendente. O trabalho no Atlético Mineiro, que acompanhei mais de perto, é prova disso. O prejuízo do péssimo trabalho no Galo foi tamanho que talvez nem o Dorival Júnior tire o time do atoleiro.
Pior é que o Flamengo pode entrar no mesmo lugar.
Já pensou, Luxa? Rebaixar dois times de massa na mesma temporada. Seria um feito inédito...
E o que não falta é assunto. Então vamos por partes, começando pelo mais importante: a bola.
Depois de uma irritante série de empates, o Vasco engrenou duas vitórias seguidas, o 3 x 1 no Santos (com o mascaradinho do Neymar em campo) e o 3 x 2 no Goiás.
O jogo contra o Santos foi duro. Mas, mesmo com 10, o time se manteve na frente na base da raça e achou o terceiro gol no fim. Aconteceu com o time paulista o que vinha acontecendo com o Vasco: destino da partida selado no último lance.
Contra o fraco time do Goiás, valeu a raça e a torcida, que desta vez jogou junto e levou o Vasco a justificar o lema de time da virada.
Mas desde o dia 28 teve muita coisa nova, como a contratação do Luxemburgo para o Flamengo.
E aí, não sei não...
O Luxa dá sinais inequívocos de que está na descendente. O trabalho no Atlético Mineiro, que acompanhei mais de perto, é prova disso. O prejuízo do péssimo trabalho no Galo foi tamanho que talvez nem o Dorival Júnior tire o time do atoleiro.
Pior é que o Flamengo pode entrar no mesmo lugar.
Já pensou, Luxa? Rebaixar dois times de massa na mesma temporada. Seria um feito inédito...
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