A moda agora é discutir ética no esporte.
Primeiro foi o episódio Massa-Alonso, com a ultrapassagem comandada pelo boxe. Por mim, tudo bem. Não acho que Fórmula 1 seja esporte. É entretenimento. Esporte, para mim, está ligado a feitos atléticos. Me diga qual o feito atlético de um carro correr mais que o outro, por ser mais possante?
Da mesma forma, acho que qualquer esporte com cavalos não é esporte. Tenho um concunhado que foi jóquei (um dos melhores que este país já teve) e sempre falei, na família, que o atleta era o cavalo. Por mais que o jóquei tenha que se preparar ou concentrar, se estiver montando o pior dos pangarés não ganha a corrida de jeito nenhum. a não ser que haja roubo. Mas esporte não admite roubo.
Agora a parada do momento é a entregada que a seleção de vôlei do Brasil deu para a Bulgária. Foi ético? Não foi. Mas é ético, pergunto, elaborar um regulamento idiota como este, só para beneficiar a Itália?
Ética no esporte começa pelo regulamento. Se a gente quer lisura nas competições, deve começar pela regra. Pontos corridos, sistema de grupos com os melhores passando e seguindo para fases eliminatórias, como na Copa do Mundo, com jogos simultâneos só fazem do esporte algo digno.
Enquanto a maracutaia começar nos salões atapetados, por favor, não cobrem lisura de atletas e técnicos. quem está por cima deve dar o exemplo. E basta.
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