Não há explicação possível para a fase atual do Vasco. Não há explicação, muito menos desculpas. Sabemos que o time é mediano, mas não dá para perder de Resende e Nova Iguaçu. As duas derrotas são um vexame pelo conteúdo e pela forma. Pelo conteúdo por ser inadmissível uma grande equipe ser derrotada pelos clubes semiamadores que disputam o Campeonato Carioca. Mas não se pode esquecer a forma como o Vasco vem perdendo. O time está em frangalhos. E acredito que a culpa esteja no homem que escala o Vasco.
O Vasco perdeu por 3 x 2 para o Nova Iguaçu com inteira justiça. Entrou em campo mal armado e poderia ter sido de mais. No primeiro tempo, o time da Baixada quase fez 3 x 0, mas faltou habilidade. Não fosse a expulsão do lateral Paulo Henrique, que deixou o Nova Iguaçu com um a menos, a reação que levou o Vasco a empatar o jogo no segundo tempo não teria ocorrido.
O time do Vasco entrou em campo naturalmente pressionado. Perder para o Resende é vexatório e humilhante, ainda mais em casa e sem dar um chute decente a gol. Também entrou em campo mal escalado. A formação atual expõe a fraca defesa e queima os jovens volantes Alan e Rômulo. Felipe está fora de forma, embora ainda seja um jogador que pode desequilibrar uma partida. Em vez de lança-lo em campo dessa maneira, por que não sair com outra formação, guardando-o para o segundo tempo?
Que responda PC Gusmão, o técnico vascaíno, que enche a paciência dos jogadores gritando a todo momento para quem eles devem passar a bola, mas que não sabe escalar o time.
Vamos ao jogo
A síntese do encontro é que o Vasco veio mal armado e sofreu dois gols de cara, um aos 3 e outro aos 19. Ficou nas cordas e o Nova Iguaçu se acovardou. Perdeu um jogador e, no segundo tempo, viu o Vasco empatar com um belo gol de Rômulo e um pênalti duvidoso convertido pelo inoperante Marcel, que bateu mal. O bom goleiro Diogo quase pegou.
Depois disso, ele faria outras defesas difíceis, enquanto o Vasco demonstrava uma tremenda autossuficiência, achando que viraria a hora que bem entendesse. Mas não foi assim. Aos 32, o Vasco tomou o gol do marido da Barbie, o William Barbio, que recebeu um passe errado do cansado Felipe. E ainda veio o vexame de levar olé de um time com um a menos. Parecia, como disse no post anterior, que estávamos enfrentando a seleção da Holanda. Mas era só o Nova Iguaçu.
Ê, Vasco. Este 2011 promete. Vexame no Carioca em ano de eleição costuma influir na política do clube. Eurico se agita todo dia. Sei não. Acho que o grupo dele vai acabar voltando a mandar no clube. Infelizmente.
Se cuida, Dinamite. A Taça GB praticamente já voou. São oito anos sem título. A torcida só encolhe. O clube só se apequena. Demita logo o PC e contrate outro técnico, legalize Dedé, Anderson Martins e Eduardo Costa e contrate mais um atacante e um meia decente, para ver se tira o Vasco do atoleiro. Do contrário, vamos ser a sétima força do carioca, atrás até do América, Resende e do Nova Iguaçu. Isso se o vexame não for piorando rodada a rodada.
Veja os melhores momentos:
O Vasco perdeu por 3 x 2 para o Nova Iguaçu com inteira justiça. Entrou em campo mal armado e poderia ter sido de mais. No primeiro tempo, o time da Baixada quase fez 3 x 0, mas faltou habilidade. Não fosse a expulsão do lateral Paulo Henrique, que deixou o Nova Iguaçu com um a menos, a reação que levou o Vasco a empatar o jogo no segundo tempo não teria ocorrido.
O time do Vasco entrou em campo naturalmente pressionado. Perder para o Resende é vexatório e humilhante, ainda mais em casa e sem dar um chute decente a gol. Também entrou em campo mal escalado. A formação atual expõe a fraca defesa e queima os jovens volantes Alan e Rômulo. Felipe está fora de forma, embora ainda seja um jogador que pode desequilibrar uma partida. Em vez de lança-lo em campo dessa maneira, por que não sair com outra formação, guardando-o para o segundo tempo?
Que responda PC Gusmão, o técnico vascaíno, que enche a paciência dos jogadores gritando a todo momento para quem eles devem passar a bola, mas que não sabe escalar o time.
Vamos ao jogo
A síntese do encontro é que o Vasco veio mal armado e sofreu dois gols de cara, um aos 3 e outro aos 19. Ficou nas cordas e o Nova Iguaçu se acovardou. Perdeu um jogador e, no segundo tempo, viu o Vasco empatar com um belo gol de Rômulo e um pênalti duvidoso convertido pelo inoperante Marcel, que bateu mal. O bom goleiro Diogo quase pegou.
Depois disso, ele faria outras defesas difíceis, enquanto o Vasco demonstrava uma tremenda autossuficiência, achando que viraria a hora que bem entendesse. Mas não foi assim. Aos 32, o Vasco tomou o gol do marido da Barbie, o William Barbio, que recebeu um passe errado do cansado Felipe. E ainda veio o vexame de levar olé de um time com um a menos. Parecia, como disse no post anterior, que estávamos enfrentando a seleção da Holanda. Mas era só o Nova Iguaçu.
Ê, Vasco. Este 2011 promete. Vexame no Carioca em ano de eleição costuma influir na política do clube. Eurico se agita todo dia. Sei não. Acho que o grupo dele vai acabar voltando a mandar no clube. Infelizmente.
Se cuida, Dinamite. A Taça GB praticamente já voou. São oito anos sem título. A torcida só encolhe. O clube só se apequena. Demita logo o PC e contrate outro técnico, legalize Dedé, Anderson Martins e Eduardo Costa e contrate mais um atacante e um meia decente, para ver se tira o Vasco do atoleiro. Do contrário, vamos ser a sétima força do carioca, atrás até do América, Resende e do Nova Iguaçu. Isso se o vexame não for piorando rodada a rodada.
Veja os melhores momentos:
NOVA IGUAÇU 3 X 2 VASCO
Gols: Alex Morais, aos 3, Maycon, aos 19 minutos do primeiro tempo; Rômulo, aos 7, Marcel, aos 13, e Willian Barbio, aos 32 minutos do segundo tempo. Cartões Amarelos: Rômulo, Allan, Fagner, Fernando e Alex Morais. Cartão Vermelho: Paulo Henrique. Público: 2.162 pagantes. Renda: R$ 39.530,00. Estádio: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ). Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá.
NOVA IGUAÇU – Diogo; Paulo Henrique, Leonardo Luiz, Alex Moraes e Bruno Cortes; Amaral, Marquinhos, Mossoró (Naylhor) e Uallace (William Barbio); Alex Faria (Luan) e Maycon. Técnico: Josué Teixeira
VASCO – Fernando Prass; Fagner, Cesinha, Fernando e Ramon; Rômulo, Allan (Jeferson), Felipe e Carlos Alberto (Enrico); Eder Luis e Marcel. Técnico: PC Gusmão.
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