Na lista final figuravam os nomes de Simone Lucinda, de Eduardo Lowenhaupt da Cunha (muito respeitado pela comunidade jurídica e por políticos do DF) e do advogado João Berchmans, outro nome de peso, mas que tinha um aparentemente eficiente cabo eleitoral: Kiko Caputo, atual presidente da OAB-DF e seu cunhado.
Até por isso, Berchmans não passou do terceiro lugar.
Sinal evidente que há desgastes na gestão Caputo, que acabou, nesta eleição, rebaixado de cabo a soldado eleitoral.
Mas é compreensível. Afinal, não é fácil presidir uma entidade com o peso político e social da OAB-DF e conciliar isso com o atendimento de vários clientes problemáticos ao longo dos tempos. Claro que a OAB-DF passa ao largo dos escritórios. E claro que todo e qualquer pessoa tem o direito à ampla defesa. Mas que muita gente cobrava de Caputo uma ação mais firme como presidente da OAB-DF em vários casos, opa!, isso cobrava mesmo. E isso seus clientes tinham de entender.
No frigir dos ovos, deu Simone Lucinda, que tinha o apoio de Rogério Chaves Leite, ex-procurador do DF, e dos demais procuradores da casa, que conseguiram a vaga que há muito sonhavam no TJDF.
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